Tenho andado mais na secção de leitura do que na secção de escrita.
Há que contribuir, também, para o sucesso do «muitomentiroso». Que, mesmo podendo ser totalmente delirante (já nem digo especulativo), consegue ter mais leitores do que a maioria dos jornais portugueses.
É pelo menos engraçado constatar que há mais gente a conhecer os nomes dos supostos envolvidos na história da Casa Pia (estão todos no «muitomentiroso»), do que a ter lido a carta do Paulo Pedroso aos deputados do PS (citada hoje no Público).
Isto é que é uma colectividade.
Por falar nisso, também tenho andado pelo «pipi». Salvo os literais exageros de linguaragem, é fundamental não perder o «Diário de Anne Trank». Já para não falar na «Análise Sócio-Profissional da Rebarba». Há pérolas do mais fino recorte: «Putas e Jornalistas (passe a redundância)» O pipi é genial. É fabulástico. Não desfazendo na Espada, claro está, temos que reconhecer a elevação do género e a qualidade do estilo.
O pipi pode porventura ser um Don Juan frustado. Mas o pipi vai a Nobel da Literatura. Há que recolher assinaturas.
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