O amigo HACKEDOWN quando coloca os passe-partout do emplastro,afinal, a que vem? Deve o autor da prosa entender o comentário como aclamatório do contributo postado, ou antes como sinal de repúdio ou pelo menos indiciador de sorriso amarelo?
Admito que a dúvida pareça despicienda e ciberlabrega, mas como ando há pouco tempo nestas lides, não sei que pensar ("MARIA", página 27).
Aguardo gentis esclarecimentos, vosso,
Eramos Um Gajo
No fundo é uma réplica, qual tremor de terra que abana o bem-estar alheio com uns tremeliques inoportunos. Tem o seu quê de pertinácia arguta que ecoa no proverbial "Água mole em pedra dura...". Eu, por mim, prefiro os originais. Já na minha infância de educando da primária, altura em que já era um pouco rebelde, quando a professora Nazaré de Castro (um muito obrigado desde já!) me pedia umas cópias eu a deliciava com umas prosas inventadas. Ela retorquia que eu não fizera a cópia pretendida, e eu, qual finório da retórica com os meus 8 anos, dizia-lhe que tinha perdido o livro de estudo, mas que mesmo assim não a ia deixar sem uma cópia de qualquer coisa. Com aquele apelo ao coração ela deixava passar.
Shinho
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